Histórias da Hilê: Evandro, exemplo de persistência pessoal e profissional

O Histórias da Hilê nasceu com o propósito de aproximar você cada vez mais da indústria, contando a história dos nossos colaboradores que auxiliam a cada dia construir a história da empresa. 

Hoje, você vai conhecer a história do Evandro, que já está aqui há mais de 10 anos, no setor de expedição, local onde tem uma identificação e sempre gostou de trabalhar.

Evandro nasceu em Xanxerê no ano de 1979, filho de Etelvino Antônio Gerolometto (em memória) e Agata Kleimpaul Gerolometto e o irmão mais novo da Elciane, que você já conheceu a história em outra edição do Histórias da Hilê. Os irmãos perderam o pai ainda muito jovens, Evandro tinha 5 anos, e isso o fez amadurecer mais cedo, pois sempre que podia trabalhava para ajudar sua mãe. 

Evandro, sua irmã Elciane e seus pais

Evandro, Elciane e o pai

Evandro e a mãe

Seu primeiro emprego foi em uma oficina mecânica, ajudando na limpeza e organização do espaço. Desde então, ele sempre trabalhou para auxiliar em casa, conciliando os estudos com o trabalho. Quando finalizou os estudos da educação básica, ele ingressou na graduação de administração, mas por conta do trabalho e horários optou por desistir. 

“Naquele tempo ou você estudava ou trabalhava e eu precisava ganhar dinheiro. Trabalhei 6 anos nessa oficina mecânica onde foi meu primeiro emprego. Depois, trabalhei em dois mercados, totalizando 15 anos nos dois. Quando saí desse fui trabalhar em uma sementeira e fiquei por mais uns 4 anos lá. Recebi a oportunidade de ir para fora, arrisquei e fui para o Pará. Fiquei 10 meses lá, a minha companheira da época não se adequou e aí voltamos” (Evandro).

Após isso, ele ainda trabalhou um ano em outra empresa e, após, foi ajudar o tio em uma comunidade do interior, que foi onde conheceu sua esposa, Sandra. Após esse período trabalhando com seu tio, Evandro voltou a trabalhar na cidade e sua agora esposa morava na casa ao lado. 

O início da sua história com a Hilê

Evandro conhece sua esposa, Sandra, há 12 anos. A convivência de vizinhos fez os dois se conhecerem melhor e ali nasceu uma paixão. No início ela morava de aluguel em uma casa ao lado da mãe do Evandro. Quando começaram o relacionamento, os dois foram morar com a mãe dele. 

Após pouco tempo de namoro ela descobriu uma gravidez. O casal estava esperando a Milena, hoje com 11 anos. A menina nasceu em fevereiro e Evandro começou a trabalhar na Hilê no mês de agosto do mesmo ano por sentir a necessidade de ficar mais próximo da filha. Pois, antes disso, ele trabalhava fora e ficava menos tempo em casa, o que o incomodava, pois queria estar com a esposa e filha todos os dias. 

Evandro e sua filha Milena recém-nascida

Mulher do Evandro, Sandra, com a filha Milena em seu batizado

Ele soube da vaga de emprego na Hilê pela sua irmã, Elciane, que já trabalhava aqui há cerca de 10 meses. Ele conta que veio fazer a entrevista para outras vagas, mas queria mesmo trabalhar no setor da expedição, onde se identificava mais. 

“Como eu já trabalhei em expedição em uma empresa de outro ramo, eu já entrei na Hilê com o objetivo de trabalhar na expedição aqui, até quando vim fazer entrevista, tinha vaga em outros setores mas eu já vim para trabalhar na expedição. É um local que eu gosto de trabalhar, chão de fábrica assim. Quem me falou sobre essa oportunidade na Hilê foi a minha irmã Elci, que já trabalhava aqui, e ela me falou que tinha vaga para compras, mas eu vim dar uma olhada, aí apareceu para expedição também, já acertamos e eu comecei. É o setor que eu gosto de trabalhar, me identifico” (Evandro). 

Evandro e a equipe de expedição de faturamento da Hilê em 2021

Conquistas

Os anos foram passando e a família sentiu a necessidade de ter seu próprio cantinho para morar. Foi então que surgiu a oportunidade de comprar um terreno e construir a casa própria. 

O casal planejou tudo do jeito que sempre sonharam e estavam animados para ter sua casa pronta. Mas, depois que esse processo iniciou, começaram alguns problemas que fizeram os dois pensarem em desistir. Entretanto, o sonho da casa própria falou mais alto e eles terminaram a construção. Foram seis meses de obra e hoje já são mais de dez anos que eles moram no local. 

E a união da família continua, mesmo cada um na sua casa. Evandro conta que ele, a mãe e a irmã sempre foram muito unidos e isso permanece até hoje. Cada um tem a sua casa, mas os três terrenos ficam um ao lado do outro. Hoje, suas conquistas em bens materiais são sua casa própria e o carro da família e ele conta que a intenção é seguir trabalhando para conquistar cada vez mais coisas que o casal desejar. 

“Eu sou bem caseiro, então eu gosto de chegar em casa e descansar. Estar junto é bom, não só pras coisas boas e o convívio, mas quando alguém precisa você pode ajudar e quando você precisa sabe que vai ter apoio” (Evandro).

E sobre conquistas pessoais, sem nem pensar, Evandro conta que a maior delas é a sua filha, Milena. No dia do seu nascimento, um domingo, o casal foi até a igreja como de costume e, ao voltar, ele foi assistir a uma corrida de Fórmula 1. Até que, em determinado momento, sua esposa o chamou para irem ao hospital. E foi por conta dessa corrida que Milena quase nasceu em casa mesmo (risos).

“Eu estava assistindo a corrida de Fórmula 1 até que chegou um momento que minha esposa me disse ‘Evandro, vamos para o hospital’ e eu disse que agora não só falta umas voltas para acabar a corrida e ela disse ‘vamos’ e eu dizia calma mais um pouco, espera. Até que ela pegou as coisas e disse que tínhamos de ir porque a Milena ia nascer. Fomos para o hospital por volta das 11h, ela chegou no quarto e recebeu medicação. Eu voltei para casa, almocei e voltei para o hospital, até que a Milena nasceu por volta das 14h. Ela nasceu de parto normal, eu fiz fotos, cortei o cordão umbilical e dei o primeiro banho nela, ela era tão pequeninha” (Evandro).

Agora, com a filha nos braços, vinha o período de adaptação em casa com a bebê. O casal precisou aprender a lidar com as tarefas e cuidados que um recém nascido necessita e Evandro conta que sua mãe auxiliou em todo esse processo. 

Evandro, sua mãe e a esposa no batizado da pequena Milena
Evandro, a esposa e a filha

Evandro e a filha

E foi para acompanhar o desenvolvimento da filha que ele decidiu voltar para Xanxerê e buscar emprego aqui, pois a rotina já havia mudado totalmente. Ele enfatiza que os filhos crescem rápido e é preciso aproveitar cada momento ao lado deles. 

“A minha relação com a Milena é incrível, a gente brinca, somos parceiros. Ela é bem simples, está seguindo os passos da família, não é uma criança que faz birra, a gente já foi ensinando para ela desde pequenininha o que podia e o que não podia. Ela é um dos motivos de eu voltar a trabalhar em Xanxerê. Eu sou um pai bem babão e bem ciumento. Ela é minha maior conquista pessoal, é algo que eu sempre quis, mas não sabia o momento certo. Hoje, por ela ser filha única, é o meu xodó, fizemos tudo por ela. Bens materiais conquistamos a casa, o carro, temos uma família unida, a gente se visita, se reúne. Família simples de ambos os lados e sempre em primeiro lugar e deu certo das duas famílias serem assim com a mesma simplicidade” (Evandro).

Férias da família

Férias da família

Férias da família

Férias da família

Agora, Evandro conta que entre os novos projetos está a ampliação da casa com a construção de um espaço mais aconchegante de lazer, poder oferecer os estudos para a Milena e também planejar um irmão ou irmã para ela. 

Momento marcante

Quando perguntado sobre um momento marcante que ele viveu aqui na Hilê, Evandro lembra um problema de saúde que teve há algum tempo e encontrou aqui apoio e amparo para seu tratamento. 

“Um momento bem marcante foi quando fiz a cirurgia dos olhos. Eu fui diagnosticado com glaucoma (elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo óptico). Comecei a tratar, fiquei um bom tempo tratando, fiz algumas cirurgias a laser para tentar corrigir, mas não deu certo. Foi um momento que eu tive que fazer a troca do cristalino, que é algo delicado, foi um dos momentos que a Hilê e o Sandro mais me ajudaram. Então hoje, falar da Hilê, esse é um dos momentos que mais marcam pra mim. Todos da empresa foram compreensivos, me auxiliaram no que precisei e o fato de terem confiança em mim aqui dentro foi fundamental, pois sempre dialogamos aqui e tem espaço para conversar” (Evandro).

E essa confiança que ele conquistou ao longo dos anos é um dos alicerces que o mantém aqui a Hilê há mais de 10 anos. Ele conta que isso é reflexo dos anos de trabalho e por aprender a conviver com o gestor Sandro Botta e também seus colegas e conhecer como tudo funciona. Evandro valoriza a liberdade que tem em poder conversar e trocar ideias com o Sandro, especialmente sobre os produtos. Segundo ele, o segredo é confiança e paciência.

“Eu acho muito bom porque me sinto valorizado principalmente porque quando precisa de algo e ele (o Sandro) manda conversar comigo ou vem pedir opinião, é algo que ele acredita em mim e vai acatar” (Evandro).

Confraternização de fim de ano em 2019

Evandro, a irmã Elciane e a colega Francciene

E a indústria precisa cada vez mais de profissionais assim como o Evandro, comprometidos com seu propósito e ideal aqui dentro. Pessoas que dão o seu melhor todos os dias nos motivam a buscar a nossa melhor versão. 

Evandro, muito obrigada por toda a sua dedicação e empenho com a Hilê, é uma honra poder dividir a rotina de trabalho com profissionais como você!

 

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