Chá cold brew: o preparo a frio ganha espaço no mercado

Colocar um sachê na água fria, deixar a infusão acontecer e encontrar a bebida pronta algumas horas depois. A simplicidade do preparo ajuda a explicar por que o chá cold brew começa a conquistar espaço entre consumidores que procuram novas maneiras de incluir o chá na rotina.

Diferentemente do método tradicional, no qual a água quente acelera a extração dos compostos presentes nas folhas e ervas, o cold brew utiliza água fria ou em temperatura ambiente e um período maior de infusão.

Como resultado, o processo pode proporcionar um perfil sensorial mais suave e com menor percepção de amargor, dependendo dos ingredientes utilizados. Ao mesmo tempo, cria uma nova ocasião de consumo para uma das bebidas mais tradicionais do mundo.

 

O que é chá cold brew?

O chá cold brew é preparado pela infusão das folhas, ervas ou frutas diretamente em água fria durante um período prolongado.

Embora o tempo necessário varie conforme o blend e a concentração desejada, a lógica é simples: o consumidor adiciona o produto à água e aguarda a extração acontecer em baixa temperatura.

Consequentemente, não é necessário preparar a bebida com água quente para depois resfriá-la. Isso torna o método interessante para quem deseja deixar o chá preparado na geladeira e consumi-lo posteriormente.

Além disso, a extração em temperaturas mais baixas modifica a forma como diferentes compostos passam para a bebida, o que pode resultar em características sensoriais distintas da infusão tradicional.

 

Um mercado de US$ 15,7 bilhões até 2033

O interesse pelo preparo a frio também aparece nas projeções do mercado.

Segundo a Verified Market Reports, o mercado global de cold brew tea foi avaliado em US$ 10,1 bilhões em 2025 e deve alcançar US$ 15,7 bilhões até 2033, com crescimento médio anual estimado em 5,67%.

Além disso, o levantamento contempla desde bebidas prontas e folhas soltas até sachês desenvolvidos para esse tipo de preparo.

Portanto, a tendência não está limitada ao produto engarrafado. Existe espaço para formatos que permitem ao próprio consumidor preparar a bebida em casa, no trabalho ou em outros momentos da rotina.

Praticidade ajuda a explicar o interesse pelo cold brew

Uma das principais características desse formato está na facilidade de preparo.

O consumidor pode colocar o sachê em uma garrafa ou recipiente com água, armazená-lo sob refrigeração pelo período indicado e consumir a bebida posteriormente.

Dessa forma, o chá passa a competir por ocasiões de consumo que antes estavam mais associadas a águas saborizadas, bebidas prontas e outras opções geladas.

Além disso, frutas, ervas e diferentes tipos de chá permitem criar blends com perfis sensoriais pensados especificamente para o consumo frio.

 

Sachês facilitam a entrada do cold brew na rotina

Para uma marca, o sachê oferece uma maneira prática de transformar o conceito de infusão a frio em um produto fácil de compreender e utilizar.

A quantidade de blend pode ser padronizada para determinada proporção de água e, consequentemente, o consumidor encontra uma orientação de preparo mais consistente.

Além disso, sachês individuais facilitam armazenamento, transporte e consumo em diferentes ocasiões.

Por isso, o desenvolvimento precisa considerar desde o início que aquele blend será utilizado em água fria. Ingredientes, granulometria, proporções e tempo recomendado de infusão influenciam diretamente a experiência final.

 

O sachê piramidal amplia a experiência com os ingredientes

Outra possibilidade está no formato piramidal.

Por possuir maior espaço interno, esse tipo de sachê permite acomodar folhas, flores, frutas e outros ingredientes com granulometrias maiores. Durante a infusão, há mais espaço para a movimentação dos componentes em contato com a água.

Consequentemente, o formato pode ser interessante para linhas que valorizam a visualização dos ingredientes e uma apresentação diferenciada.

Assim, tanto o sachê convencional quanto o piramidal podem fazer parte de uma estratégia de chá cold brew, desde que blend, embalagem e modo de preparo sejam desenvolvidos de maneira integrada.

 

A Hilê desenvolve blends pensados para diferentes formas de consumo

Com 28 anos de atuação e uma trajetória ligada ao desenvolvimento e à produção de chás, a Hilê Indústria de Alimentos reúne estrutura para apoiar marcas interessadas em explorar novas ocasiões de consumo.

A equipe de Pesquisa e Desenvolvimento pode trabalhar combinações de ervas, folhas, frutas e outros ingredientes considerando perfil sensorial, formato e método de preparo.

Além disso, a Hilê possui estrutura para produção em sachês e sachês piramidais, permitindo desenvolver linhas que levem a praticidade da infusão a frio diretamente ao consumidor.

Dessa maneira, a proposta de um chá cold brew pode nascer já considerando como o produto será preparado, qual experiência a marca pretende entregar e quais características o blend deverá apresentar.

 

O preparo muda e cria uma nova oportunidade para o chá

O cold brew mostra como uma mudança simples no modo de preparo pode abrir novas possibilidades para uma categoria consolidada.

Ao permitir que o consumidor prepare o chá diretamente na água fria, o formato aproxima a bebida de novas rotinas, sabores e momentos de consumo.

Para as marcas, portanto, existe uma oportunidade de desenvolver blends específicos para essa experiência e transformar a infusão a frio em uma nova linha dentro do portfólio.

 

Entre em contato com uma consultora Hilê

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